Entre o mar e a terra existe os peixes
Entre a terra e o céu existe os pássaros
E entre o mar e o céu existe você
Entre eu e você só existe amor!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Poemas
Eu não tenho mais vontade de sorrir, o que eu mais quero é ficar só, para ver se sozinha eu consigo montar o quebra-cabeças que ainda está desmontado, a espera dá última peça, que eu não sei qual é...
O ponto final ou a virgula?
O ponto final ou a virgula?
Poemas
No meu mundo, quando você está ausente, se transforma em nada.
Ele para de funcionar. Eu paro de respirar. Sem você a solidão substitui o amor. A alegria de viver é tomada pela vontade de nunca mais existir. O ar que eu respirava, de repente não parecia tão bom assim.
O sorriso que me acompanhava a cada minuto ao seu lado desaparece. Perco todos os sentidos. Meu coração se entristece, e perde a vontade de bater sem o seu amor para fazê-lo sobreviver.
Mas quando você volta, o sol surge no meio da escuridão da noite.
Nele, existe eu e você, lá eu posso pensar em você, sem ninguém para criticar, sem ninguém para supor opiniões, sem argumentos, sem queixas, sem reclamações. Porque lá o amor predomina, ele está em toda parte, em todos os olhares, em todos os movimentos, gestos e emoções.
Você criou esse mundo dentro de mim. E é para lá que eu vou quando sinto sua falta.
Eu posso imaginar o que eu queria que acontecesse entre nós dois, pois lá eu posso tudo, e esse tudo, é ter você.
Poderia concertar o passado, arrumar o presente e planejar o futuro, mas não me importo, pois sei que vou te ter ao meu lado para sempre.
Agora, eu sou a princesa e você o sapo. Pois o príncipe é perfeito de mais para mim. Escolho o sapo, pois não importa no que você se transformará depois, vou te amar para sempre.
Não ligo para o que acontecer depois, me apaixonei pelo seu jeito, pelo o seu sentimento, e até mesmo pelos seus defeitos. Me apaixonei pelo seu abraço, seu sorriso, suas manias e o pelo seu modo de me olhar e dizer... Eu te amo.
Poemas
Será que eu errei?
Errei, em pensar que você fosse..
O príncipe encantado, do meu conto de fadas,
Aquele que eu tanto sonhei em conhecer.
Passei noites acordada,
Só imaginando como seria,
Imaginando como seria, ter-lhe perto de mim,
Mais me enganei,
Tudo isso foi ilusão,
Nunca existiu nenhum príncipe,
Foi uma forma de eu poder amar alguém,
Alguém que fosse perfeito,
Que não tivesse defeitos,
E que me amasse incondicionalmente,
Que tivesse coragem de me falar ‘’não’’,
Que tivesse coragem de admitir seus erros,
De admitir que mentiu,
Mas tudo estava errado,
Como alguém como você, ia se interessar por mim,
Uma pessoa fútil e imprestável,
Sonhei sem mesmo saber o porquê,
Mas isso nunca existiu.
A droga da obediência
Cinco estudantes (os karas) enfrentam uma macabra trama internacional: o sinistro Doutor Q.I pretende subjugar a humanidade aos seus desígnios através de uma droga que está sendo testada em alunos dos melhores colégios de São Paulo. (Droga da obediência).
Pollyanna
O livro narra a história da menina Pollyanna, órfã de mãe e pai. Ela foi morar com sua a tia Polly, única parenta viva, uma mulher severa e pouco afetuosa. A vida da pequena cidade mudou com a chegada da menina, que costumava praticar um estranho jogo inventado por seu pai.
Tia Polly a desprezava muito.Contudo, ela não desanima e continua em frente, conquista todos com seu jeito simpático e gentil.Faz amizades com várias pessoas e adora conversar com as mesmas, sobre os mais diversos assuntos
Sempre aplicando o “Jogo do Contente” que seu pai ensinou, consistindo em que deves ficar contente com tudo o que acontece, porque tudo sempre poderia ter sido pior...
Tia Polly a desprezava muito.Contudo, ela não desanima e continua em frente, conquista todos com seu jeito simpático e gentil.Faz amizades com várias pessoas e adora conversar com as mesmas, sobre os mais diversos assuntos
Sempre aplicando o “Jogo do Contente” que seu pai ensinou, consistindo em que deves ficar contente com tudo o que acontece, porque tudo sempre poderia ter sido pior...
Quando o meu pai perdeu o emprego.
Pepê, Beto, Ju e Caró são quatro irmãos acostumados a morar em casa com piscinas, freqüentar colégios caros e clubes elegantes, ganhar motos, carros e vídeo games de presente. Mas de um dia para outro, o pai perde o emprego. Sem dinheiro, a família vai tendo de abrir mão de tudo. A convivência entre eles já não é mais a mesma. E o que será que se passa na cabeça das crianças? Continuariam juntos e felizes ou começariam um motim a bordo da Nave Azul?
Ora, é só perguntar ao Capitão Esperança!
Os Risadinhas.
Uma mãe alpinista que treina horas a fio na escada da casa com a filha Kayla nas costas. Um crocodilo vegetariano, uma gaivota que não suporta peixe. O senhor Mack, o provador profissional de biscoitos, que está prestes a ser tremendamente injustiçado. Rover, o cachorro milionário que odeia ossos, passeia pela Torre Eiffel e se esconde à noite para enviar mensagens por Internet para a noiva no computador do dono, vende caro seus cocôs caprichados e quentinhos; mas para quem? Para os Risadinhas, a irreverente turma de duendes castigadores de pais que castigam seus filhos. Ai de quem manda os filhos para o quarto, ai de quem os engana sobre o sabor da comida, está fadado a enfiar o pé pelas mãos, melhor, a enfiar o pé onde não deve...
A Bolsa Amarela
Raquel é a filha caçula da família, é a única criança. Seus irmãos, com uma diferença de dez anos, não lhe davam ouvidos, porque achavam que criança não sabe coisa alguma. Por se sentir muito solitária e incompreendida, ela começa a escrever para seus amigos. Amigos imaginários. Raquel, desde cedo, tinha três vontades enormes: vontade de crescer, vontade de ser garoto e vontade de ser escritora.
Um dia, ganhou uma bolsa amarela, que veio no pacote da tia Brunilda. A partir daí, a bolsa passou a ser o esconderijo ideal para suas invenções e vontades. Tudo cabia lá dentro. A bolsa amarela acaba sendo a casa de dois galos, um guarda-chuva-mulher, um alfinete de segurança e muitos pensamentos e histórias inventadas pela narradora...
Um dia, ganhou uma bolsa amarela, que veio no pacote da tia Brunilda. A partir daí, a bolsa passou a ser o esconderijo ideal para suas invenções e vontades. Tudo cabia lá dentro. A bolsa amarela acaba sendo a casa de dois galos, um guarda-chuva-mulher, um alfinete de segurança e muitos pensamentos e histórias inventadas pela narradora...
Harry Potter e as Relíquias da morte – Parte 2
A segunda parte de "As Relíquias da Morte" mostra Harry, Rony e Hermione em busca das últimas Horcruxes de Voldemort: a taça de Hufflepuff, o Diadema de Ravenclaw e a cobra de Voldemort. Esse é o último capítulo do final épico entre Harry e Voldemort. Começa com o trio em busca da taça de Hufflepuff, uma das Horcruxes, que eles desconfiam estar no Banco de Gringotes, especificamente no cofre de Belatriz. Depois da reação da bruxa na Mansão Malfoy, eles acham que a Horcrux pode estar lá. O duende Grampo os ajuda a entrar no banco, o preço é a espada de Gryffindor, mas o trio precisa da espada para destruir as Horcruxes. O duende os engana e rouba a espada. Harry vê na mente de Voldemort que o diadema está em Hogwarts, então eles vão para o castelo a procura do pequeno objeto, enquanto acontece uma enorme batalha...
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